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Bartleby, o escriturário

de Herman Melville


Adaptação para o teatro da novela homônima do célebre romancista norte-americano Herman Melville, autor de MOBY DICK. Com adaptação e direção de João Batista, da CiaDramáticadeComédia, o espetáculo esteve em cartaz no Teatro Laura Alvim (RJ), com Gustavo Falcão (Bartleby), Duda Mamberti (Advogado), Claudio Gabriel (Turkey), Eduardo Rieche (Nippers) e Rafael Leal (Ginger Nut).

BARTEBLY, O ESCRITURÁRIO é um texto extremamente apropriado para essa época em que convivemos tão distraidamente com o absurdo humano em nosso cotidiano. A fascinante história da resistência apática do personagem-título que, ao optar por “nada fazer” desafia os padrões pré-estabelecidos da sociedade de seu tempo. No entanto, revela a força e a atemporalidade da obra de Melville, oferecendo ao público uma valiosa possibilidade de contato com uma obra que, segundo Fernando Sabino “vai muito além das palavras em si, até o território silencioso onde pulsa o profundo mistério da vida”.

 

Ficha técnica:


Elenco: Gustavo Falcão, Duda Mamberti, Claudio Gabriel, Eduardo Rieche e Rafael Leal

Adaptação e direção: João Batista

Cenografia: Doris Rollemberg

Figurinos: Mauro Leite

Iluminação: Renato Machado

Música original: Marcelo Alonso Neves

Direção de movimento e assistente de direção: Dani Cavanellas

Designer gráfico: Alexandre Muner

Fotografia: Dalton Valério

Coordenação de produção: Verônica Prates

 

foto: Dalton Valério

 

 



Escrito por Rafael Leal às 00h55
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MEDIDA POR MEDIDA

A comédia faz uma nova leitura do texto de Shakespeare, com estética contemporânea e
trilha sonora que traz Madonna, Cindy Lauper, Queen, entre outros.
Comportamento, sexualidade, erotismo e hipocrisia do poder são as linhas condutoras da trama.
O Duque decide deixar Viena e passar o governo às mãos de Ângelo e de Éscalo.
Para pôr um limite à corrupção moral dos cidadãos, Ângelo ressuscita a pena de morte por atos de fornicação.
A primeira vítima é Cláudio, que engravidou a noiva Julieta antes do casamento.
Isabela implora ao novo governador pela vida do irmão. Ângelo promete libertar Cláudio, desde que Isabela
fosse para a cama com ele. Ela recusa. O Duque, fazendo-se passar por confessor, visita Cláudio na prisão e
fica sabendo da proposta. O frade convence a moça a fingir que aceita a exigência. Em seu lugar, Isabela
manda Mariana, ex-noiva do novo governador, abandonada por ele por falta de dote. O ato é consumado.
Ele trai Isabela e manda cortar a cabeça de Cláudio. Seus planos, porém, são frustrados pela
intervenção do Duque.

O espetáculo tem o elenco integralmente masculino composto por 13 atores, com as personagens
femininas também interpretadas por homens. A escolha do elenco traz um elemento de
comicidade e faz referência à época do autor, quando não era permitido mulheres nas encenações.

O diretor Gilberto Gawronski tem uma carreira repleta de momentos poéticos, de extrema sensibilidade,
que marcaram as produções brasileiras contemporâneas.
O texto original, escrito no séc. XVI, não sofreu nenhuma alteração. “É bacana poder montar um texto
clássico e usar recursos da encenação contemporânea, como projeção e dança”, comenta o diretor.

 

FICHA TÉCNICA:

Texto: William Shakespeare | Tradução: Barbara Heliodora | Direção: Gilberto Gawronski |
Elenco: Luis Salem, Nildo Parente, Ricardo Blat, Celso André, Rodolfo Bottino, Alcemar Vieira,
Gustavo Wabner, Tatsu Carvalho, Sergio Maciel, Rafael Leal, Gilberto Gawronski, Murilo Fontes e
Wallace Lima | Direção de movimento: Deborah Colker | Direção musical: Studio ARP.X |
Figurinos: Antonio Medeiros e Cao Albuquerque | Cenografia: Maria Sarmento e Beanka Mariz |
Iluminação: Paulo Cesar Medeiros | Visagismo: Hélio Dias | Programação visual e Maquiagem: Fabrizio Sá |
Video: Paulo Severo | Direção de Produção: Wagner Uchoa | Produção Executiva: Luana Cabral |
Assistente de Direção: Fernando Philbert | Assessoria de Imprensa: Meise Halabi
| Duração: 80 minutos

 

 

 

  FESTIVAL DE CURITIBA 2009 - MOSTRA OFICIAL - TEATRO GUAIRÃO - FOTOS: LENISE PINHEIRO

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  CENTRO CULTURAL BANCO DO BRASIL - RJ - TEMPORADA 2009

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SHAKESPEARE CREW
Finíssimo fotografa com exclusividade backstage da peça Medida por Medida

O site Finíssimo teve acesso ao backstage de “Medida por Medida”. Após passar pelo Rio de Janeiro e Curitiba,
a peça tem tido sessões lotadas no teatro do CCBB Brasília e foi sucesso de público nas duas cidades.

O espetáculo é uma mistura contemporânea do texto de William Shakespeare com várias referências pop.
Se prepare para se segurar na cadeira quando ouvir “Like a virgin”, “Like a prayer” e “Material girl”, da Madonna
e e “Girls just wanna have fun” de Cindy Lauper. O figurino, de Antonio Medeiros e Cao Albuquerque, é ousado e
composto com elementos fetichistas.

No palco, 13 atores interpretam oito personagens masculinos e três femininos. O diretor Gilberto Gawronski explica
que a escolha de ter só homens no elenco é uma referência á época de Shakespeare, quando mulheres não atuavam.
“E também para explorar ainda mais as questões sexuais que são tabu ainda hoje.” Participam da peça também Nildo
Parente, Celso André, Rodolfo Bottino, Alcemar Vieira, Gustavo Wabner, Tatsu Carvalho, Sergio Maciel, Rafael Leal,
Murilo Fontes, Wallace Lima e o próprio Gilberto Gawronski.

Dentro dos bastidores registramos como funcionam a feitura da maquiagem, montagem de figurinos, aquecimento –
e tudo com muita descontração. No palco, com exclusividade para o Finíssimo e a sala vazia, os atores reviveram
algumas cenas e mostraram a veia fashion de cada personagem.

 

                               

     

     

     

         

     

                           


   

    

  

    

  

   

                             

                                            Editorial de moda para o site Finíssimo - CCBB Brasília
                                                                 Publicado em 11.04.2009
                                                         Texto: Evam Sena e Gabriela Rocha
                                                                     Fotos: João P. Teles

                                                                    www.finissimo.com.br

 

 




Escrito por Rafael Leal às 14h00
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            ESPETÁCULO VENCEDOR DA MOSTRA NOVÍSSIMAS PESQUISAS CÊNICAS 2007          


 

"SONHO DE VALSA N6"
 espetáculo inspirado na obra de Nelson Rodrigues
 Com: Deborah Bapt
 Participação especial dos músicos: Rodrigo Braga (piano) / Priscila Rato (violino)
 Sesc Tijuca RJ - temporada 2007
 XIII Bienal Internacional do livro - RJ
 Concepção geral e direção: Rafael Leal

 

 

Sonho de Valsa n6 from Rafael Leal on Vimeo.

 




Escrito por Rafael Leal às 12h47
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Festival Beckett 100 Anos

Uma celebração aos 100 Anos de Samuel Beckett através de debates,
apresentações, oficinas e leituras dramatizadas.
Com: Gerald Thomas, José Celso Martinez Corrêa, Aderbal Freire-Filho,
Cia. dos Atores, Cia. Dos à Deux, Rafael Leal, entre outros.
Curadoria: Marta Metzler e Isabel Cavalcanti.
Oi Futuro (centro cultural telemar) RJ - 2006

 

  "POCKET BECKETT"
  Performance Teatral Solo
  Festival Beckett 100 anos
  Oi Futuro Flamengo (Centro Cultural Telemar) RJ - 2006
  Concepção geral e atuação: Rafael Leal
  Supervisão: Isabel Cavalcanti
       

 

 

 



Escrito por Rafael Leal às 11h41
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'A incrível confeitaria do Sr. Pellica':
 humor para discutir o embate entre fé e razão; família e dinheiro

 Carlos Braga - JB

Teatro, Religião, guerra e tortas

O autor, diretor e ator Pedro Brício se inspirou nos comediógrafos franceses
dos séculos 17 e 18, como Molière e Goldoni, para criar "A incrível confeitaria
do Sr. Pellica". A peça conta a história de um confeiteiro, o Sr. Pellica,
que tem uma loja onde vende as tortas que faz. Pellica, que se considera um
gênio em seu ofício, vê suas vendas despencarem quando seu país entra em guerra.
Diante do horror e do desespero impostos pela nova situação, a arte de fazer
tortas torna-se supérflua. ''Apesar de ser uma comédia, nós levantamos discussões
sobre Deus, fé, acaso e ciência. Situei a peça no século 18 porque nessa época
definiu-se o homem como centro do mundo, surgiu o iluminismo e aconteceram as
revoluções burguesas'', explica Pedro Brício, que dirige um elenco de onze atores,
entre eles, Nina Morena, Ludmila Rosa, Isabel Cavalcanti e Rafael Leal.
A peça levanta discussões como a existência de uma ordem imposta por Deus ou se
tudo é fruto do acaso. ''Nós questionamos se há esse ordenamento ou se tudo se
resume a um jogar de dados'', diz o diretor.


 

 

 ESPETÁCULO INDICADO EM 5 CATEGORIAS AO PRÊMIO SHELL RJ 2006, VENCENDOR DE :

 MELHOR FIGURINO (RUI CORTEZ) - MELHOR ILUMINAÇÃO (TOMÁS RIBAS) - MELHOR TEXTO (PEDRO BRÍCIO)

 

 "A INCRÍVEL CONFEITARIA DO SR PELLICA"
  Texto e direção: Pedro Brício
  Direção de arte: Rui Cortez
  Iluminação: Tomás Ribas

  Com: Sávio Moll, Rachel Rocha, Nina Morena, Isabel Cavalcanti, Ludmila Rosa,
  Ricardo Souzedo, Renato Reston, Celso André, Sérgio Módena, Jonas Gadelha e Rafael Leal.

  Temporada: Rio de Janeiro - Espaço Cultural Sérgio Porto - Teatro Glória 2005 / São Paulo - Sesc Santana 2006
  Apresentações: Vitória, Belo Horizonte, Juiz de Fora, Macaé, Campos / 2007

 

 




Escrito por Rafael Leal às 10h50
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 www.riocenacontemporanea.com.br

 

 




Escrito por Rafael Leal às 10h01
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 "ARQUÉTIPOS"
  Performance Teatral Solo
  concepção, direção e intérprete:
  RAFAEL LEAL
  SESC Tijuca-RJ / 2004

 




Escrito por Rafael Leal às 09h47
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 O ATOR 

- retrato nu do homem,
- exposto a qualquer transeunte,
- silhueta elástica.
- O ator,
- forasteiro,
- exibicionista desavergonhado,
- simulador fazendo demonstração de lágrimas,
- de riso,
- de funcionamento
- de todos os órgãos,
- dos vértices do espírito, do coração, das paixões,
- do ventre
- do pênis,
- o corpo exposto a todos os estimulantes,
- todos os perigos
- e todas as surpresas;
- engodo,
- modelo artificial de sua anatomia
- e de seu espírito,
- renunciando à dignidade e ao prestígio,
- atraindo os desprezos e os escárnios,
- tão perto das lixeiras quanto da eternidade,
- rejeitado pelo que é normal
- e normativo em uma sociedade.
- Ator
- que vive unicamente
- no imaginário,
- levado a um estado de insatisfação crônica
- e de insaciabilidade perante tudo
- aquilo que existe realmente,
- fora do universo da ficção,
- que o compele
- a uma nostalgia perpétua
- constrangendo-o
- a uma vida nômade.
- Ator forasteiro,
- eterno errante
- sem lar nem lugar,
- buscando em vão o porto,
- carregando em suas bagagens
- todo o seu bem,
- suas esperanças, suas ilusões perdidas,
- o que é sua riqueza
- e sua carga,
- uma ficção
- que ele defende zelosamente até as últimas conseqüências
- contra a intolerância de um mundo indiferente.


 

 

Há um suave tom mouro. Na predominância ciano marinha De suas
janelas britânias, Ou de algum outro povo celta... Pois que fica impressa
A sensação De aço. De gesso. De madeira. E de cal. Dói. Não perde tempo,
O devora. Cala-se, e manso. Repito. De novo e novamente. Outra vez e mais.
Um vício regrado (Sim, por favor, obrigado...) À dúzia de pétalas macias.
Não repete, anseia. Volta! Vira um carro. Espera passagem. Preserva-o. Novo,
moderno. Só lhe resta sílaba por sílaba. Estrofe a estrofe. Depois a palavra.
Sem lógica. Sinal pendurado na orelha. Tudo vai macio, descendo a rua. Dói.
Do alvoroço de um jantar de domingo. Ao café da manhã. Nada a dizer...
Depois, quem sabe... A estrofe vem antes Das palavras. Ambiente repleto De
cheiro da ìndia. De prataria elênica. De decadência inglesa. O que fica É tua
mão à espreita. E o teu sorriso encerra. Fecha cortina azul e Repousa.
Em mim.





Escrito por Rafael Leal às 18h34
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  Gerald Thomas

    Cia de Ópera Seca

 


 



 


  "TRISTÃO E ISOLDA" de WAGNER
   DIREÇÂO de GERALD THOMAS
   THEATRO MUNICIPAL do RJ
   AGOSTO de 2003

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 "DEUS EX-MACHINA" de GERALD THOMAS
  COM: Fabiana Gugli, Amadeo Lamounier, Marcos Azevedo, Bruce Gomlevsky, Joelson Gusson,
  Alessandra Colasanti, Cássio Pandolfi, José Mauro Brant, Paula Tolentino e Rafael Leal.
  SESC COPACABANA - RJ / 2001


 "DEUS EX-MACHINA" de GERALD THOMAS
  Cia de Ópera Seca

  NA FOTO:
  José Mauro Brant, Amadeo Lamounier, Bruce Gomlevsky, Marcos Azevedo, Gerald Thomas,
  Fabiana Gugli, Joelson Gusson e Rafael Leal.

  SESC POMPÉIA - SÃO PAULO / 2002
 




Escrito por Rafael Leal às 17h31
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 O ARTISTA é um homem que não pode se conformar com
 a renúncia à satisfação das pulsões que a realidade exige.
 Toda arte é o desenho do desejo.
 O artista dá livre vazão a seus desejos eróticos e fantasias.
 A realidade interdita o tempo todo. Desde coação social até
 a gramática. A obra de arte se caracteriza pela transgressão,
 por não obedecer a gramática.

 Sigmund Freud

 

 

 



Escrito por Rafael Leal às 17h11
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RAFAEL LEAL é ator e diretor teatral. Desenvolve pesquisa de aprimoramento dramático, estético e experimental em performance teatral. Estudou no Tablado, no Centro de Estudo Artístico Experimental, na CAL, entre outros. Integrou a Companhia de Ópera Seca do diretor Gerald Thomas, atuando no espetáculo "Deus Ex-Machina" e na Ópera "Tristão e Isolda". Atuou e dirigiu as Performances solo "Arquétipos" e "Pocket Beckett", a última apresentada no festival Beckett 100 anos. Esteve em temporada em diversas cidades com a peça "A Incrível confeitaria do Sr Pellica" de Pedro Brício, com quem trabalhou ainda como assistente de direção em outras peças. Apresentou o espetáculo "Sonho de Valsa n6", inspirado na obra de Nelson Rodrigues, onde assina a concepção geral e direção, vencendo a mostra Novíssimas Pesquisas Cênicas 2007, seguindo em temporada teatral, apresentado ainda na XIII Bienal Internacional do Livro. Integrou o elenco do espetáculo "Medida por Medida" de Shakespeare, com direção de Gilberto Gawronski, apresentando-se em várias cidades e festivais. Recentemente apresentou-se no espetáculo "Bartleby, o escriturário" da CiaDramáticadeComédia com texto de Herman Melville e direção de João Batista.

 

 


 



Escrito por Rafael Leal às 12h34
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